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Era uma vez outra família

“Era uma vez uma família”, um desenho animado sem palavras, apresenta a história de uma família e os desafios cotidianos que pais, cuidadores e responsáveis enfrentam na criação e educação dos filhos. O objetivo é discutir as crenças, opiniões e atitudes que os adultos apresentam diante do castigo físico e humilhante e nos convida a olhar a criança como um sujeito de direitos.

Esse material foi pensado para sensibilizar as pessoas para as conseqüências de uma educação baseada na violência e, sobretudo, chamar atenção para importância que uma relação baseada no respeito e no diálogo tem para a educação e o desenvolvimento de crianças e adolescentes. O vídeo é uma nova ferramenta de trabalho que pode ser utilizada por profissionais e organizações interessados em promover os direitos da criança e em conscientizar pais, responsáveis e cuidadores.
 


   











Educar com respeito e carinho começa em casa


Era uma vez outra Maria

Menina não joga futebol! Brinca de casinha e boneca. Menina não senta de perna aberta! Uma boa menina aprende a arrumar a cozinha.

Será que as meninas só podem ser assim? Este vídeo apresenta a historia de Maria, uma menina como muitas outras, que começa a questionar as expectativas de como ela deve ou não deve ser. De lembranças da infância a sonhos para o futuro, faz-se uma reflexão sobre como as meninas são criadas e como isso influencia seus desejos, comportamentos e atitudes.

“Era uma vez outra Maria” é um vídeo educativo que apresenta experiências comuns a mulheres jovens e aborda assuntos como saúde sexual e reprodutiva, violência, gravidez, maternidade e trabalho. Pode ser usado com mulheres e homens jovens ou com profissionais de saúde e educação que buscam novas formas para discutir a saúde e autonomia das mulheres jovens.

Clique aqui e faça o download do manual de discussão do vídeo Era uma vez outra Maria


Medo de Quê? ( disponível em VHS e DVD)



Marcelo é um garoto que, como tantos, tem sonhos, desejos e planos. Seus pais, seu amigo João, e a comunidade onde vive também têm expectativas em relação a ele. Porém, nem sempre os desejos de Marcelo correspondem às expectativas das pessoas. Mas, qual são mesmo os desejos de Marcelo? Essa dúvida gera medo... tanto em Marcelo como nas pessoas que o rodeiam. Medo de Quê ?

Daquilo que não se sabe. As pessoas, em geral, têm medo exatamente daquilo que não conhecem bem. Assim, muitas vezes alimentam preconceitos que se expressam nas mais variadas formas de discriminação. A homofobia é uma dessas expressões.

Este desenho animado (sem falas) é um convite para refletir sobre estes medos em busca de uma sociedade mais plural e solidária. Seu objetivo é estimular reflexões críticas que contribuam para o respeito à diversidade sexual e para a redução da homofobia.
 



"Esse é um vídeo sobre sofrimento: sofre o Marcelo, seu amigo, o pai, a mãe. Será que era preciso tanto sofrimento, somente por que o menino não ama quem eles gostariam que amasse? Será que a gente pode construir um outro mundo com o lápis que o Marcelo oferece? Espero que sim!".

Depoimento de uma professora da rede pública do Rio de Janeiro após assistir Medo de Quê?

 

 
Minha Vida de João (disponível em VHS, DVD, *CD-Rom)

O desenho animado sem palavras, com 20 minutos de duração, foi criado para provocar o questionamento entre homens jovens sobre a forma como foram socializados e os papéis de gênero que foram levados a assumir.

O vídeo mostra a vida de João e os desafios que enfrentou durante a vida, sua educação no contexto familiar, situações de violência doméstica, sua primeira experiência sexual, a gravidez de sua namorada, o primeiro emprego, entre outros.


*cd-rom temporariamente em falta

Clique aqui e faça o download do manual de discussão do vídeo Minha vida de João em inglês


 

 

   
  Não é Fácil, Não! (VHS)

Elaborado a partir de uma pesquisa realizada pelo Promundo e o Instituto Noos, em três locais da cidade do Rio de Janeiro, este vídeo é um importante instrumento para ser utilizado na promoção de reflexões e discussões sobre a violência intrafamiliar.

Pedro, sem um emprego formal, passa a ganhar menos que sua mulher, Kelly, e com isso se sente humilhado e inconformado. Um dia, por causa do stress e dos conflitos constantes, Pedro quase parte para a violência física contra Kelly. Neste momento, ele tem a visão de um menino que o leva a repensar sua vida e a maneira como aprendeu a ser homem. A partir da história de Pedro, é possível aprofundar a discussão sobre a forma como os homens são socializados, desmistificar a idéia de que a violência de homens contra mulheres está ligada ao desemprego e ao consumo de álcool e, principalmente, buscar alternativas não violentas para a resolução de conflitos familiares.
 
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