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Áreas de Atuação


Possibilidades de expansão

Nos últimos dez anos, o Promundo implementou os Programas H e M em diversos contextos e tem sido capaz de mensurar mudanças de atitudes e comportamentos relacionados à violência de gênero, saúde sexual e reprodutiva e atitudes relacionadas à violência sexual. No entanto, todos esses estudos de avaliação foram realizados em intervenções com alcance de 750 a aproximadamente 2000 jovens homens e mulheres. Para obter um impacto maior, o Promundo e nossos parceiros entendem a necessidade de identificar mecanismos e estratégias para realizar o processo de expansão através da implementação de estratégias que possam alcançar 5000 jovens ou mais.

As estratégias utilizadas até agora para iniciar esse processo incluem:

1) Alcançar professores para engajar jovens através dos sistemas de educação

Depois dos estudos de avaliação de impacto em nível comunitário com os Programas H e M no Brasil, o Promundo começou a trabalhar no setor de educação pública em dois estados no Brasil (Rio de Janeiro e Bahia). Esses projetos incluíram a criação de um processo para treinamento de professores e participação de jovens.

O processo, até agora alcançou mais de 2100 professores e 5000 estudantes em dois estados do Brasil. Para facilitar a expansão desse processo e para oferecer apoio contínuo para os professores-facilitadores, o Promundo criou um portal e um pacote de treinamento online que foi reconhecido pelo Ministério da Educação, no Brasil. Os professores que concluem o curso on-line recebem créditos de educação continuada que contam para suas avaliações e salários.

Igualmente na Índia, o Promundo trabalhou com a ICRW e parceiros locais para desenvolver processos de treinamento de professores; esse esforço também está em andamento nos Balcãs (Croácia, Sérvia, Bósnia e Kosovo) em colaboração com a CARE e com parceiros de ONGs locais, e provavelmente levará à criação de um portal online para o treinamento de professores.

2) Expandir através do sistema público de saúde

No Brasil, Chile e México, os parceiros do Programa H treinaram funcionários da saúde pública para implementar o programa como parte da prevenção do HIV, da prevenção de violência e dos esforços em relação à saúde sexual e reprodutiva em nível nacional.

3) Expandir através de atividades esportivas

No Brasil, o Promundo explorou formas de usar os esportes como meios de recrutar homens (especialmente adultos) em campanhas comunitárias e educação em grupo baseadas no Programa H e relacionadas com a prevenção de violência de gênero, promovendo a paternidade envolvida e a saúde sexual e reprodutiva.

4) Incorporar os Programas H e M através do empoderamento econômico de mulheres

No Ruanda, o Promundo tem trabalhado com a CARE para criar atividades adaptadas do Programa H como parte das abordagens de empoderamento econômico de mulheres em larga escala.

Breve história sobre o Programa H

Em 2000, o Promundo e organizações parceiras (Instituto Papai, ECOS e Salud y Genero, junto com o IPPF e a Organização Pan-Americana de Saúde) criaram e integraram um processo chamado Programa H. O Programa H busca promover um diálogo crítico e uma reflexão sobre as normas de gênero para homens jovens, incluindo o questionamento do uso da violência contra mulheres pelos homens. Embora tenha nascido na América Latina, o programa já foi, desde então, testado, implementado e adaptado a culturas locais, por parceiros no Sul e no Sudeste Asiático, nos Balcãs, em outras partes da América Latina e do Caribe, nos EUA e em muitos contextos na África Subsaariana. Os parceiros do Programa H desenvolveram três importantes componentes: (1) um currículo testado em campo que inclui um manual e um vídeo educacional para promover mudanças de atitude e comportamento entre homens; (2) campanhas comunitárias, conduzidas por jovens que buscam mudar as normas da comunidade relacionadas a o que significa ser homem e mulher; e (3) um modelo de avaliação validado e culturalmente relevante (a Escala GEM – Gender-Equitable Men Scale) que procura mensurar o quanto os homens e mulheres jovens mudaram suas atitudes como resultado das intervenções.

A abordagem do Programa H tem como ponto central as discussões em grupo realizadas com grupos de homens e grupos com participantes do mesmo sexo, geralmente com um facilitador que sirva de modelo de equidade de gênero. As atividades incluem encenações, exercícios de brainstorming, sessões de discussão e reflexões individuais sobre como meninos e homens são socializados, os aspectos positivos e negativos dessa socialização e os benefícios da mudança. Antes de mais nada, as atividades focam na criação de um espaço seguro que permita que os homens jovens questionem visões tradicionais sobre masculinidades e reflitam criticamente sobre gênero, injustiças de gênero, fatores de rigidez de gênero e como isso está relacionado a outras injustiças sociais. Essas atividades estão baseadas na ideia de que homens jovens não são sacos vazios que adotam passivamente normas de gênero ou outras normas; mais que isso, eles têm a capacidade de desenvolver suas próprias consciências de gênero, ou atitudes críticas sobre as normas de gênero. O processo também busca incentivar meninos e meninas a questionar estereótipos de gênero, comportamentos e atitudes, além de engajar esses meninos e meninas que já atuam como “vozes da resistência” para normas de gênero rígidas (Barker, 2005). Além disso, eles podem desenvolver a crença em sua própria habilidade de agir (eficácia pessoal) em mais formas de equidade ou empoderamento de gênero e influenciar as instituições à sua volta através do ativismo.

Esse conceito de “consciência de gênero” que enquadra o Programa H, tem origem na ideia de consciência crítica desenvolvida por Paulo Freire. O processo de “conscientização” de acordo com Freire (1970) está relacionado com a capacidade dos indivíduos de refletir sobre o mundo e de escolher uma determinada linha de ação futura baseada em e empoderada por esta reflexão crítica. Esse processo de refletir criticamente sobre a história das condições culturais e as estruturas de classe que são base e enquadram as experiências de inequidade de gênero podem ajudar a promover o crescimento pessoal, consciência política e ativismo que podem criar condições para mudar modelos de papéis de gênero. Baseados no Programa H, o Promundo e alguns parceiros também desenvolveram uma série de atividades para trabalhar com jovens mulheres – Programa M – e uma série de materiais e desenhos animados para trabalhar com diversidade sexual (Programa D).

What Men Have to do with it: Public policies to promote gender equality


Sobre o What Men Have to do with it

Um crescente número de experiências de programas com homens e meninos no mundo inteiro confirma que estes programas podem influenciar as atitudes e comportamentos dos homens sobre equidade de gênero. Para a maior parte, no entanto, as políticas públicas ainda não engajaram adequadamente homens e meninos para superar a inequidade de gênero nem tratam de suas próprias vulnerabilidades de gênero.

O gênero como um conceito refere-se a masculinidades e feminilidades, homens e mulheres, as relações entre eles e o contexto estrutural que reforça e cria essas relações de poder. Na prática, o gênero é tomado quase que universalmente para referir-se apenas aos fatores sociais que moldam as realidades de mulheres e meninas. De acordo com isso, pesquisadores analisaram as políticas de equidade de gênero existentes em cada país participante para saber de que formas os homens e as masculinidades são consideradas ou não.

As áreas de políticas abrangidas na análise incluem, especificamente, direitos civis e humanos, emprego, suporte de renda e meios de subsistência, vida familiar, saúde, educação, prevenção de violência e segurança pública. As revisões de políticas realizadas por parceiros no Brasil, Chile, Índia, México e África do Sul, com breves resumos na Noruega e na Tanzânia, formam a base desse relatório. As análises de países – e exemplos adicionais de políticas de áreas negligenciadas por esse tipo de iniciativa – mostram a diversidade de “receitas” de políticas necessárias.

Relatórios e Publicações

Leia a publicação e resultados da What Men Have to Do With It

Clique nos links abaixo para acessar os relatórios de políticas de cada um desses países:

África do Sul (em Inglês)
Brasil
Chile (em Espanhol)
Índia (em Inglês)
México (em Inglês)

Engaging Men in Gender Equality: Putting the Words into Practice (Engajando Homens na Equidade de Gênero: Colocando as Palavras em Prática (Link para o Engaging Men in Gender Equality) – Um resumo de quatro páginas sobre a situação do engajamento dos homens na equidade de gênero, preparado para a 54ª Comissão sobre o Status das Mulheres em Nova Iorque, EUA.

Men Who Care: A Multi-Country Qualitative Study of Men in Non-Traditional Caregiving Roles


Sobre Men Who Care

Como os homens entendem e descrevem sua participação em atividades que tradicionalmente foram descritas como papeis femininos, nos contextos da casa e do trabalho?

Men Who Care é um estudo qualitativo realizado em cinco países (Brasil, Chile, Índia, México e África do Sul) que buscou explorar essas questões escutando os homens que são envolvidos em formas não tradicionais de tarefas de cuidado – nas esferas familiares e profissionais. O estudo buscou entender pelas palavras dos próprios homens como eles vieram a participar em um grau maior que outros homens das tarefas de cuidado (em casa e em profissões que envolvem cuidado) e como eles descrevem suas tarefas de cuidado.

Relatórios e Publicações

Leia o relatório e resultados da Men Who Care completos.

Resultados do Men Who Care México.

International Men and Gender Equality Survey (IMAGES)

Sobre IMAGES

A International Men and Gender Equality Survey (IMAGES) é um questionário domiciliar abrangente sobre as atitudes e práticas dos homens – com opiniões e relatos de mulheres sobre essas práticas – em uma grande variedade de tópicos relacionados à equidade de gênero.

Aonde está sendo implementada: De 2009 a 2012, pesquisas domiciliares foram realizadas com mais de 20.000 homens e mulheres na Bósnia, Brasil, Chile, Croácia, República Democrática do Congo, Índia, Mali, México e Ruanda.

Uma pesquisa parecida, baseada em parte da IMAGES está sendo coordenada em muitos países da Ásia pelo projeto da ONU “Partners for Prevention” (Parceiros pela Prevenção). Saiba mais sobre o projeto aqui.

Aonde está sendo apresentada: Os dados da IMAGES estão sendo apresentados em eventos patrocinados pelo Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, ONU Mulheres (na Comissão sobre o Status das Mulheres), USAID, Departamento de Estado dos EUA, DFID (Departamento pelo Desenvolvimento Internacional – Reino Unido), SIDA (Agência Sueca de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional) , NORAD (Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento), CIDA (Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional), Ministério da Saúde do Brasil e vários outros seminários e eventos em mais de 20 países.

O que a IMAGES inspirou: Os dados e conclusões provenientes do projeto contribuíram para, entre outros:

• Novas iniciativas no Banco Mundial e outras agências de desenvolvimento multilateral para engajar homens pela equidade de gênero e prevenção da violência de gênero, incluindo em contextos de pós-conflito;

• Apresentações de dados em eventos internacionais importantes, incluindo a Comissão sobre o Status das Mulheres;

• Discussões sobre políticas em nível nacional e novas políticas incluindo a iniciativa de saúde do homem no Brasil e novas discussões com os Ministérios da Saúde do Chile e do Brasil sobre o envolvimento dos homens no parto;

• Inspiração para a criação de uma campanha global – a MenCare – para promover o engajamento dos homens como cuidadores e pais não violentos e compreensivos.

Assista a este vídeo para ver a IMAGES em ação. (em Inglês)

Relatórios e Publicações

Evolving Men: Initial Results from the International Men and Gender Equality Survey – IMAGES (Homens em Evolução: Resultados Iniciais da Pesquisa Internacional “Homens e Equidade de Gênero”) – Este relatório foca na análise comparativa inicial de resultados dos questionários com homens em seis países, assim como relatos de mulheres em variáveis importantes.

Gender Equality and Quality of Life: A Norwegian Perspective (Equidade de Gênero e Qualidade de Vida: Uma Perspectiva Norueguesa)  – Em 2007, a Noruega ficou no topo do ranking de inequidade de gênero segundo o Fórum Econômico Mundial. Posteriormente, o Ministério Norueguês de Crianças e Equidade financiou a “Gender Equality and Quality of Life”, uma pesquisa com homens e mulheres sobre as atitudes e compreensão dos homens sobre equidade de gênero. Esse estudo inspirou a criação da IMAGES em 2009.

The Making of Sexual Violence: How Does a Boy Grow Up to Commit Rape? (A perpetração de Violência Sexual: Como um Menino se Desenvolve para Cometer Estupro?) – Este relatório apresenta uma visão geral dos cinco locais de estudo da International Men and Gender Equality Survey – IMAGES (Pesquisa Internacional sobre Homens e Equidade de Gênero), apresenta os resultados relacionados aos relatados de homens sobre perpetração de violência sexual, investiga sete domínios de possíveis influências sobre a violência sexual masculina e expõe lições aprendidas e recomendações.

Global pathways to men’s caregiving: Mixed methods findings from the International Men and Gender Equality Survey and the Men Who Care study (Caminhos globais para o cuidado masculino: Resultados de metodologias mistas da pesquisa IMAGES e do estudo Homens que Cuidam)  -  Este estudo com metodologia mista investiga que homens estão mais envolvidos no cuidado, e que fatores na infância e na vida adulta influenciam o seu nível de envolvimento. Este é de um Manuscrito de Autor Aceito de um artigo publicado na “Global Public Health: An International Journal for Research, Policy and Practice” (Saúde Pública Global: Revista Internacional de Pesquisa, Política e Prática), 2014, copyright Taylor & Francis, disponível on-line aqui.

Clique nos links abaixo para acessar os relatórios IMAGES de cada país:

América Latina: Relatório do Brasil, Chile e México (em Espanhol)
América Latina: Resumo sobre Violência contra Mulheres no Brasil, Chile e México (em Português)
Bósnia (em Inglês)
Chile (em Espanhol)
Croácia (em Croata com resumo em Inglês)
Mali (em Inglês)
República Democrática do Congo: Relatório Final (em Inglês)
República Democrática do Congo: Resultados Iniciais (em Inglês)
Ruanda (em Inglês)

Em breve: Brasil e Malaui.

Recursos para Implementar a IMAGES

Visão Geral e Guia do IMAGES: Reveja os objetivos, parâmetros, tópicos, análise, divulgação e considerações adicionais para a IMAGES.

H e M no mundo

O Promundo adaptou os Programas H, M e D para implementação em mais de 20 países em todo o mundo, em parceria local com organizações da sociedade civil e agências da Organização das Nações Unidas.

O Programa H passou por avaliações de impacto rigorosas no Brasil, Índia, Balcãs, Etiópia e Namíbia. Em cada contexto e comunidade, com materiais adaptados, campanhas conduzidas pelos jovens propiciaram mudanças mensuráveis em atitudes e comportamentos relacionados a questões de equidade de gênero, auto relatados entre homens. Por isso, foi considerado uma das melhores práticas na promoção de equidade de gênero pela UNICEF, World Bank, UNFPA, UNDP, Banco de Desenvolvimento Interamericano e pela Organização Mundial da Saúde/Organização Pan-Americana de Saúde.

Programa H

O Programa H incentiva homens jovens a respeitar suas parceiras, não cometer violência contra mulheres (VCM), respeitar os direitos e bem estar das mulheres e ter uma maior participação nas tarefas de cuidado e domésticas.

Baixe o manual do Programa H

Baixe o Relatório do Programa H em Inglês

Baixe o Relatório do Programa H em Espanhol

Programa M

O Programa M promove o empoderamento e a cidadania das mulheres através do trabalho com mulheres jovens sobre identidade de gênero, construção de relações respeitosas e engajamento civil.

Baixe o manual do Programa M

Baixe o Relatório do Programa M em Inglês

Baixe o Relatório do Programa M em Espanhol

Programa D

O Programa D aumenta a consciência dos jovens sobre como as diversidades étnica, sexual e racial influenciam estereótipos de gênero, atitudes e comportamentos, incluindo homofobia.

Uma Breve História sobre o Programa H

Possibilidades de Expansão

 

 

Manual H para baixar

O Manual H é dividido em cinco livros: Sexualidade e Saúde Reprodutiva, Paternidade e Cuidado, Da violência para a convivência, Razões e Emoções e Prevenindo e vivendo com HIV/AIDS. Os manuais do Programa H, disponíveis em português, espanhol e inglês, orientam o trabalho de sensibilização de homens jovens para o questionamento de normas sociais tradicionais de gênero.

Cada manual é composto de uma introdução teórica ao tema, técnicas de trabalho em grupo e um índice de referência de outros materiais, fontes e recursos de pesquisa.

Baixe aqui cada livro:


Sexualidade e Saúde Reprodutiva

O manual ajuda profissionais que trabalham com homens jovens a abordarem questões relativas à sexualidade e saúde reprodutiva, a partir de uma perspectiva de gênero e relacional.

Coordenação: ECOS – Comunicação em Sexualidade.

> Português

> Inglês
> Espanhol


Paternidade e Cuidado

O manual propõe questionamentos sobre o lugar que o cuidado ocupa nas vidas dos homens jovens, estimulando-os a serem mais comprometidos com a paternidade e o auto-cuidado.

Coordenação: Instituto Papai.

> Português

> Inglês
> Espanhol


Da Violência para a Convivência

O manual propicia reflexões sobre aspectos de gênero presentes nos episódios de violência. O reconhecimento de que a maioria dos atos de violência na esfera pública é cometida por homens jovens contra outros homens jovens e, na esfera privada, por homens contra mulheres é o primeiro passo para a redução da violência.

Coordenação: Instituto Promundo.

> Português
> Inglês
> Espanhol


Razões e Emoções

O manual mostra como a construção de gênero influencia a saúde mental dos jovens. O uso da violência, o consumo abusivo de álcool e de outras drogas são também reflexos de comportamentos socialmente construídos, tradicionalmente associados ao masculino. O manual aponta como estratégia na prevenção do uso abusivo de drogas uma combinação de ações específicas de prevenção com o desenvolvimento de habilidades gerais para a vida.

Coordenação: Salud y Género.

> Português
> Inglês
> Espanhol


Prevenindo e Vivendo com HIV / AIDS

O manual destaca a necessidade de se pensar prevenção do HIV a partir de um referencial de gênero e articulando essa discussão a outras dimensões da vida cotidiana: sexualidade, violência, auto-cuidado e saúde mental. Além disso, propõe uma série de reflexões para os jovens que estão vivendo com HIV/Aids.

Coordenação: ECOS, Instituto Papai, Promundo, Salud y Género e apoio técnico da OPAS.

> Português

> Inglês
> Espanhol

Manuais do Programa H

O Manual H é dividido em cinco livros: Sexualidade e Saúde Reprodutiva, Paternidade e Cuidado, Da violência para a convivência, Razões e Emoções e Prevenindo e vivendo com HIV/AIDS. Os manuais do Programa H, disponíveis em português, espanhol e inglês, orientam o trabalho de sensibilização de homens jovens para o questionamento de normas sociais tradicionais de gênero.

Cada manual é composto de uma introdução teórica ao tema, técnicas de trabalho em grupo e um índice de referência de outros materiais, fontes e recursos de pesquisa.

Baixe aqui cada livro:


Sexualidade e Saúde Reprodutiva

O manual ajuda profissionais que trabalham com homens jovens a abordarem questões relativas à sexualidade e saúde reprodutiva, a partir de uma perspectiva de gênero e relacional.

Coordenação: ECOS – Comunicação em Sexualidade.

> Português

> Inglês
> Espanhol


Paternidade e Cuidado

O manual propõe questionamentos sobre o lugar que o cuidado ocupa nas vidas dos homens jovens, estimulando-os a serem mais comprometidos com a paternidade e o auto-cuidado.

Coordenação: Instituto Papai.

> Português

> Inglês
> Espanhol


Da Violência para a Convivência

O manual propicia reflexões sobre aspectos de gênero presentes nos episódios de violência. O reconhecimento de que a maioria dos atos de violência na esfera pública é cometida por homens jovens contra outros homens jovens e, na esfera privada, por homens contra mulheres é o primeiro passo para a redução da violência.

Coordenação: Instituto Promundo.

> Português

> Inglês
> Espanhol


Razões e Emoções

O manual mostra como a construção de gênero influencia a saúde mental dos jovens. O uso da violência, o consumo abusivo de álcool e de outras drogas são também reflexos de comportamentos socialmente construídos, tradicionalmente associados ao masculino. O manual aponta como estratégia na prevenção do uso abusivo de drogas uma combinação de ações específicas de prevenção com o desenvolvimento de habilidades gerais para a vida.

Coordenação: Salud y Género.

> Português

> Inglês
> Espanhol


Prevenindo e Vivendo com HIV / AIDS

O manual destaca a necessidade de se pensar prevenção do HIV a partir de um referencial de gênero e articulando essa discussão a outras dimensões da vida cotidiana: sexualidade, violência, auto-cuidado e saúde mental. Além disso, propõe uma série de reflexões para os jovens que estão vivendo com HIV/Aids.

Coordenação: ECOS, Instituto Papai, Promundo, Salud y Género e apoio técnico da OPAS.

> Português

> Inglês
> Espanhol

Materiais produzidos pelo Programa H

Manual H

O manual traz cerca de 70 atividades participativas para serem desenvolvidas em grupos de homens jovens, estimulando uma reflexão crítica sobre “o que significa ser homem”. Seus principais temas são: Sexualidade e Saúde Reprodutiva, Paternidade e Cuidado, Da Violência para Convivência, Razões e Emoções, e Prevenindo e Vivendo com HIV/AIDS.

> Compre aqui
> Baixar Manual H em português, inglês e espanhol


Minha Vida de João

O desenho animado “Minha vida de João” foi criado para gerar questionamento entre homens jovens sobre a forma como foram socializados e sobre os papéis de gênero que foram levados a assumir. O filme acompanha a história de João e ilustra sua educação no contexto familiar, retratando situações como violência doméstica, primeira experiência sexual, gravidez da namorada e primeiro emprego.

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Medo de Quê?

Marcelo é um garoto que, como tantos, tem sonhos, desejos e planos. Seus pais, seu amigo João, e a comunidade onde vive também têm expectativas em relação a ele. Porém, nem sempre os desejos de Marcelo correspondem às expectativas das pessoas. Mas, qual são mesmo os desejos de Marcelo? Essa dúvida gera medo… tanto em Marcelo como nas pessoas que o rodeiam. Medo de Quê ?

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Promovendo Normas e Comportamentos Eqüitativos de Gênero entre Homens Jovens como Estratégia de Prevenção do HIV/AIDS

Autores: JULIE PULERWITZ, MÁRCIO SEGUNDO, MARCOS NASCIMENTO E GARY BARKER

Relatório do estudo de avaliação de impacto do Programa H, que contou com a participação de 780 homens jovens (de 14 a 25 anos de idade), acompanhados por um ano e que participaram de atividades do Programa em três comunidades de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro.

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How do we know if men have changed? Promoting and measuring attitude change with young men: lessons from Program H in Latin América

Autores: GARY BARKER, MARCOS NASCIMENTO, MÁRCIO SEGUNDO E JULIE PULERWITZ

Os autores apresentam uma série de lições aprendidas durante o processo de implementação e avaliação do Programa H com homens jovens de contexto urbano e classe popular na America Latina.

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Materiais Produzidos pelo Programa Crianças Sujeitos de Direitos

Manual Pelo Fim dos Castigos Físicos

Um manual com atividades educativas para promover uma reflexão sobre o uso do castigo físico e humilhante contra crianças.

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Era uma vez uma família

“Era uma vez uma família”, um desenho animado sem palavras, apresenta a história de uma família e os desafios cotidianos que pais, cuidadores e responsáveis enfrentam na criação e educação dos filhos. O objetivo é discutir as crenças, opiniões e atitudes que os adultos apresentam diante do castigo físico e humilhante e nos convida a olhar a criança como um sujeito de direitos.

Esse material foi pensado para sensibilizar as pessoas para as conseqüências de uma educação baseada na violência e, sobretudo, chamar atenção para importância que uma relação baseada no respeito e no diálogo tem para a educação e o desenvolvimento de crianças e adolescentes. O vídeo é uma nova ferramenta de trabalho que pode ser utilizada por profissionais e organizações interessados em promover os direitos da criança e em conscientizar pais, responsáveis e cuidadores.

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Artigo: Consulta com Crianças sobre Castigo Físico e Humilhante

Nesse artigo, apresentamos o processo de consulta com crianças de idades
entre 5 a 12 anos, realizada em 2004, pelo Promundo, em uma comunidade de baixa
renda, na cidade do Rio de Janeiro.

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Abaixo, confira alguns dos produtos comercializados pelo Promundo:




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